Ensaio para Teatro sobre – “A vinda do Messias, hoje”

Como seria a vinda do Messias, hoje?

*Roberto Moreno

Às vezes, chego-me a perguntar como seria a vinda de Jesus, Carpinteiro, profeta itinerante e rabino, nos dias de hoje. Jesus, com certeza, não iria surgir com as mesmas roupas que vestia há cerca de 2.000 anos atrás, pois os tempos são outros e, como dizia Camões, Mudam-se os tempos mudam-se as vontades.

Em minha imaginação, àquele Jesus de Nazaré – o Messias – teria a seguinte postura: seus trajes seriam, ora mais sóbrio, ora mais desportivo, dependendo da ocasião; abriria o Mapa-múndi e iria verificar a força da língua galega no seu dialeto brasileiro (mais conhecida como português do Brasil) via uma União Iberófona, à escala mundial, nas terras mais férteis e estrategicamente situadas no planeta.

Já, em posse desta informação iria verificar qual a língua que se fala no Brasil, a terra escolhida, onde no BRICA (Brasil, Rússia, Índia, China e Angola) países emergentes – o Brasil é destaque em relação aos outros três, citados, devido à sua posição geopolítica e de língua.

O homem de Nazaré não iria se expressar em aramaico, grego ou latim, iria, isto sim, aprender o Galego-brasileiro (mais conhecida como língua “portuguesa” e, quiçá, Geolíngua, para o futuro) – pelo fato, desta língua, entender 90% do espanhol e se comunicar com cerca de 800 milhões de pessoas, em 30 países, nos 5 continentes.

Visto que, dialogar com o governo seria muito difícil, no quesito profissional ético e moral, Jesus resolveria procurar a Fundação Geolíngua e que nasceu de um sonho, via uma Obra, com base cientifica. – Afinal, o seu pai, Deus, é citado pelo poeta e entidade messiânica, Fernando Pessoa e que afirmou – “Deus quer, o homem sonha a obra nasce”.

Paralelo a estas ações, Jesus compraria um computador e, via internet, esmiuçava em todos os seus detalhes a missão altruísta do Estatuto da Fundação Geolíngua

Ao perceber o Poder que as marcas têm, nos dias de hoje, o Messias depara-se com a palavra GEO (curta e internacional) e registrava-a como uma marca, sem fins lucrativos.

Paralelo a estas ações, iria apoiar e divulgar um novo conceito de economia democrática, justa e revolucionária a – Endoeconomia, e que descobriu via Google, dois mil anos depois, de si, quando morava na Palestina, e, até ficou surpreso que a Endoeconomia foi uma realidade entre 1996 e 2004, no hotel Sheraton de Lisboa, mas, infelizmente, nenhum jornalista português, e nem a Agência Lusa, quis noticiar o que lá se passou.

Pois é, enquanto o nosso Messias não chega, estou fazendo o trabalho de casa para lhe apresentar um bom relatório do que se passou em Portugal, desde 1-1-1992, quando apresentei à Universidade Católica e à Embaixada do Brasil, entre outras tantas escolas e entidades, o embrião do Google, Facebook e Youtube, e, foi ignorado, por completo, porque será? – Será que foi por causa da nacionalidade brasileira do apresentador, Roberto Moreno?

Este é um breve relato da gênese do Projeto Geolingua – cuja base de inspiração alicerça-se na história de vida de alguns amigos. – São eles: Buda, cientista e espiritualista; Jesus, carpinteiro e profeta itinerante; Maria Madalena, a Mulher com M maiúsculo; Maomé, um mercador e um ser humano; Bahai, a unidade espiritual e linguística da humanidade; Padre António Vieira, religioso, escritor e pai do V Império; Fernando Pessoa, poeta sebastianista e sábio na língua “portuguesa”; Gandhi, advogado e humanista; Bernard Shaw, escritor e jornalista com espírito irreverente e inconformista; Aristides de Sousa Mendes, advogado e humanista, herói da humanidade; Madre Teresa de Calcutá, a missionária do século XX; entre outros e outros utópicos e que por cá passaram e ficaram, via a sua Obra maior.

CONVERSANDO …

Estes são os temas para três filmes documentários e que irá narrar o seguinte:

  • Fundação Geolíngua – 1992-2014 (com destaque ao projeto GEO Universidade)
  • 8 Séculos da Língua Portuguesa, 1214 – 2014 (Filme, tipo “Avatar” em 3D)
  • O Juiz, o Advogado e o Jornalista – a “Santíssima Trindade da Justiça”

O Projecto Geolíngua visa implantar a – União Iberófona.

São 800 milhões de pessoas em 30 países, nos 5 continentes e que se comunicão em Galego nos dialetos português e espanhol. O projeto Geolíngua quer unir todas estas pessoas, via ações de intercâmbio nas áreas da Educação, Saúde e Segurança Pública.

*****

*Roberto Moreno, natural de São Paulo – Brasil, possui 4 nacionalidades. É cidadão  ítalo-hispano-luso-brasileiro, de direito e de fato. Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo e investigador sociocultural, desde 1992, para efeitos de fundamentar um doutoramento em Ciências da Comunicação e Endoeconomia.

Nota: “Como seria a vinda do Messias, hoje” – será apresentado ao Público em suporte – livro, teatro e cinema documentário, drama e ficção, em formato 2D e 3D.

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